24.03.2020 - Como enfrentar a crise?

por Ana Carolina Winkler Heemann

 

Com toda essa situação que estamos enfrentando, certamente nosso conceito de crise irá mudar drasticamente.

Como brasileiros, já estamos acostumados a grandes mudanças, principalmente quando trocam os governantes, sejam federais, estaduais ou municipais.

Mas agora a crise é mundial, e como a infecção viral está chegando em tempos diferentes nos países, temos uma prévia do que pode acontecer no Brasil acompanhando o que está acontecendo na Itália.

Brasileiros que moram na Itália tentam nos alertar em vídeos a seguir as recomendações de isolamento social e muita paciência nesse período.

As escolas tiveram que se adaptar da forma mais rápida possível e várias já estão com aulas online e enviando atividades para os alunos se manterem ativos. O comércio está fechado pela quarentena e somente estão autorizados a abrir aqueles que são considerados de primeira necessidade.

As indústrias, principalmente as de alimentos e bebidas e seus fornecedores, continuam operando com todo o cuidado e higiene para que não falte o essencial para a população.

Sobre os hospitais, nem preciso dizer o tamanho do desafio de todos, médicos, enfermeiros, farmacêuticos, administradores e, é claro, o pessoal da limpeza. Vocês podem se imaginar no lugar deles? Certamente fazem parte do time de heróis dessa pandemia.

Enquanto isso, a criatividade é ouro, seja em casa ou nos negócios. De que forma podemos continuar unidos e engajados, mesmo que distantes? Quem sabe reuniões virtuais ou lives, como os artistas estão fazendo.

E para aqueles que normalmente não se consideram criativos e tem o hábito de procrastinar? Então o desafio fica maior ainda, uma vez que na crise os problemas já existente costumam ser amplificados.

É hora de se organizar, colocar a cabeça e os planners para funcionar. Marcar hora mesmo, como se fosse consulta médica. A proposta é agendar a cada hora uma atvidade diferente. Então vamos perceber que temos tanto tempo e não sabíamos disso ou a correria não nos deixava saber.

Um abraço, Ana Carolina.