Nos últimos anos, houve um crescimento na busca por um lifestyle mais natural. Consumir alimentos frescos e com menos conservantes, substituir o carro pela bike, reduzir a produção de lixo com ecobags e canudos metálicos são alguns exemplos de alternativas sustentáveis que estão sendo adotadas pelas pessoas em seu cotidiano.

E a indústria cosmética acompanhou essa tendência. Atualmente, temos muitas saboarias nacionais que se preocupam em produzir de maneira sustentável, utilizando processos artesanais em respeito à natureza. A perspectiva é que esse nicho de mercado cresça ainda mais, atingindo US$ 25 bilhões até 2025, segundo a pesquisa da Grand View Research.

Além de gerar menor impacto socioambiental, os cosméticos naturais trazem benefícios para nosso organismo. Os extratos vegetais utilizados na composição dos produtos possuem ativos anti-inflamatórios, calmantes e ricos em antioxidantes naturais.

 

Mas como saber se os produtos são realmente naturais?

 

A regulamentação dos cosméticos naturais é feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), assim como os cosméticos convencionais. Assim, um produto é considerado natural quando todas as classes de ingredientes (base, fragrância, aditivo, conservante e princípio-ativo) são formadas por itens advindos da natureza (vegetal, mineral ou animal), sem que tenham perdido suas propriedades originais na fabricação. Ingredientes como corantes e fragrâncias sintéticas, amônia, silicone, derivados do petróleo e do propileno são consideradas matérias-primas proibidas.

Outros dois órgãos certificam os cosméticos naturais, a EcoCert e o IBD. Ambos diferenciam cosméticos naturais de orgânicos, sendo os cosméticos naturais aquele que tem pelo menos 5% de matérias primas certificadas orgânicas, enquanto os 95% restantes da formulação podem ser compostos por matérias-primas naturais. Já os cosméticos orgânicos possuem no mínimo 95% de matérias primas orgânicas em relação ao total de matérias-primas (naturais, orgânicas, derivadas de naturais) utilizadas na formulação.

    Para receber a certificação da EcoCert e IBD, as indústrias e saboarias devem seguir mais alguns requisitos, como não testar em animais e utilizar apenas matérias-primas minerais que não provoquem danos ambientais. 

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